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Séries Addict! (Parte IV – IV)

12/08/2010

LEIA A PARTE I – IV
LEIA A PARTE II – IV
LEIA A PARTE III – IV

CONTINUAÇÃO…

  • The Big Bang Theory (significa: A Teoria do Big Bang)

O melhor a mais engraçado seriado nerd que já existiu!

Eu me identifico totalmente com as nerdices dos 4, mas meu preferido (e acredito que também seja o preferido de 99% dos telespectadores) é o Sheldon Cooper! Ele é demais.

Sheldon vive numa bolha. Ele é muito inteligente, muito nerd, muito geek, muito físico e é especialista na Teoria das Cordas. Ele questiona tudo e todos e não pratica hábitos normais da sociedade. Tem umas tiradas muito boas (as melhores de qualquer seriado que eu já tenha visto) . Sheldon, I love you!

Leonard é o típico nerd bobão que se apaixonada por uma menina gostosa, com quem tem sabe que não possui a mínima chance (ou não). Nesse caso, a menina gostosa é a Penny, vizinha de frente dele e do Sheldon.

Leonard é um fofo, um esquisitinho que, além de manjar tudo de física, consegue resolver uma palavras-cruzadas em poucos minutos. Sou fã.

O Raj é SENSACIONAL! Um garoto indiano que não consegue falar com mulheres, apenas sob efeito de bebidas alcoólicas. Adoro as situações em que a Penny está entre os garotos e faz alguma pergunta para Raj. Ele fica parecendo um vaso, é hilariante.

Howard é sempre zoado pelos amigos por ser o único que não possui doutorado (e por morar com a mãe que o trata como um bebê). Trabalha com engenharia espacial, umas coisas muito doidas. Ele é muito mulherengo, mas só faz cagada. As roupas do Howard são tipo Agostinho Carrara piorado, BEM TENSO. Me divirto com eles!

Penny é a garçonete gostosa, fofa, simpática e… burra. E parece ser mais burra ainda perto de 4 gênios da ciência. Pra mim, a atriz que interpreta Penny (Kaley Cuoco) é uma das melhores que já vi. A menina manda muito bem e deve se divertir horrores nos bastidores. Daria tudo pra fazer parte de um seriado nerd (mas não contem pra ninguém).

Os melhores momentos de The Big Bang Theory são com todos os personagens juntos fazendo competição de algum jogo nerd online (esses de RPG, por exemplo), onde cada um fica concentrado no seu notebook e tal. Tem até um episódio em que o Raj vende sua espada super poderosa no Ebay (em vários jogos desse tipo, como o Warcraft, os personagens digitais, quando muito poderosos, passam a valer dinheiro de verdade) e, então, Sheldon compra a espada sem dizer nada e se torna o mais poderoso dos amigos. É DEMAIS!

  • Sex and the City (significa: Sexo e a Cidade, o nome da famosa coluna que a personagem de Sarah Jessica Parker, Carrie Bradshaw, escreve para o jornal da cidade)

Ok, ok. Podem falar que é seriado de mulherzinha fútil. Não, não é! Todo homem deveria assistir a esse seriado só para entender um pouquinho as mulheres… só um pouquinho.

São 4 personagens mulheres e 1 amigo gay. Toda mulher é um pouco Carrie Bradshaw, Miranda Hobbes, Charlotte York e, é claro… Samantha Jones, minha preferida. O amigo gay, Stanford Blatch tá aí porque toda mulher tem (e precisa) de um amigo gay.

O seriado acontece  totalmente dentro de um cenário “novaiorquino”! Time Square, as lojas de grife, os táxis amarelos 24h, a ‘nightlife’, a tecnologia, a correria e lights!

Carrie ficou famosa depois de sua coluna no jornal ter se tornado um livro. A coluna era praticamente seu diário, contanto cases sobre os dramas femininos e sexo, basicamente. É viciada em moda (principalmente SAPATOS!) e sua vida amorosa é uma bagunça graças ao Mr. Big. Mas confesso que quando Aidan Shaw apareceu na série, todo designer, todo bom gosto, todo ‘changeman‘, me apaixonei por ele achei a Carrie uma burra. Ele é de-mais. Mas a realidade é que a gente não escolhe de quem gosta… e depois perdoei o Mr. Big, ele é puro charme e conseguiu fazer a Carrie feliz. Ponto pra ele (mas ainda prefiro o Aidan).

Miranda é advogada, stressada, divertida e esquisita ao mesmo tempo. Apesar de ter uns casos amorosos e sexuais meio losers, é a mais pé-no-chão das 4.  Ela está sempre dando um up na auto-estima e possui muito orgulho de ter conquistado seus objetivos na vida profissional. Tem um jeito um pouco debochado e tira sarro das coisas de um jeito cínico, tudo para não demonstrar seu lado frágil quando ousa transparecer. É isso, Miranda.

Charlotte York é toda certinha, toda bonequinha, sensível e sonha em casar, ter filhos e uma vida de princesa. Adoro a Charlotte, ela é única. É a típica garota vinda das famílias ricas de Nova York. Tem um estilo mais conservador e seus tons pastéis se destacam entre as cores “chegay” e brilhantes das amigas.

SAMANTHA JONES, the queen! Essa mulher é 100% sexual. Ela é a mais velha das ‘garotas’, curte a vida intensamente e tudo o que fala e pensa gira em torno de sexo. Sai com os caras mais lindos de Nova York, é uma Relações Públicas bem sucedida e só se dá bem. Há uma parte do seriado em que Samantha descobre um câncer e fica careca por causa da quimioterapia. É SENSACIONAL o modo como ela e as amigas encaram a situação com boa auto-estima e bom humor. Adoro isso :)

6 temporadas viciantes que valem a pena :)

  • The Tudors (significa: o sobrenome dos monarcas britânicos que reinaram a Inglaterra no século XVI, começando pelo rei Henrique VIII)

O seriado conta a história da dinastia Tudor e do rei Henrique VIII da Inglaterra no século XVIII.

A série já está na 4ª temporada, mas eu ainda estou assistindo à segunda. Eu adoro histórias de época, principalmente quando há rumores de serem reais.

Tô amando a história do rei Henrique com sua primeira esposa, Catarina. Seus casos com as empregadas, o filho bastardo e, é claro, o início do romance com Ana Bolena.

A guerra declarada à França, as pilantragens do clero, a injustiça com o povo, a corte inglesa, as regras da realeza sobre casamento, a diferença das mulheres daquela época em relação aos seus direitos (que eram praticamente nulos), entre outras coisas.

Acho que vale a pena assistir The Tudors para conhecer um pouco essa história! Se não tivesse tantas cenas de sexo, sugeriria que exibissem nas escolas nas aulas de história. Bem melhor do que aqueles livros toscos… e bem melhor o rei Henrique VIII bonitão exibido no seriado do que aquele gordo feio ruivo da “vida real”. Ilusão às vezes faz bem, gente!

Resumindo até onde eu vi: o tio do Henrique VIII foi assassinado pela França e, então, o herdeiro declarou guerra ao país. Casou-se com a primeira rainha Catarina, que casou-se com seu falecido irmão, mas ela jura nunca ter consumado o casamento.

Todos os filhos homens do rei com a rainha Catarina nasceram mortos, eles tiverem apenas a pequena princesa Mary. Na bíblia diz que se uma mulher que já consumou um casamento (teve uma noite de núpcias), nunca dará um filho homem a outro marido. Por isso, o rei vive com constante desconfiança da rainha e sofre com a ideia de não ter um herdeiro homem.

Enquanto isso, ele mantém um caso com uma das criadas da rainha e tem um filho homem bastardo. Quando o menino nasce, a corte faz festa! E a rainha fica lá com uma cara de bosta. Imagina que foda seu marido ter um filho com outra, ficar todo cheio do orgulho e você lá… fiquei meio emocionada nesse episódio.

Aí o filho bastardo morre de uma doença da época e o rei perde novamente o filho homem. Aí começa o romance dele com a Ana Bolena… Bom, não vou ficar contando o seriado inteiro aqui, mas VALE A  PENA! Mesmo! :)

  • Make it or Break it (significa: Faça isto ou quebre isto. Adoro falar “make it or break” rápido! Tentem!)

Essa é a série em que me encontro TOTALMENTE viciada no momento.

É uma série teenager sobre ginástica olímpica! Quando li no FCL sobre a série, pensei: “Vou baixar só pra ter o que assisti enquanto espero os novos episódios de True Blood, Lie To Me e Pretty Little Liars… deve ser tosco e monótono!”.

Me enganei. É emocionante, gente! É um dos poucos seriados que me faz chorar de emoção.

São 4 meninas que treinam em um dos melhores clubes de ginástica dos EUA, o The Rock, e sonham em ir para as Olimpíadas.

Elas são proibidas de ir à festas, beber coisas alcoólicas, comer qualquer coisa que engorde muito e de… NAMORAR! Mas ó… pensem bem: são adolescentes de uns 16 anos, a idade mais apaixonante da vida. E é claro que algumas delas fogem das regras e correm o risco de serem expulsas do clube. No começo, achei isso um absurdo… mas depois concordei um pouco com a regra: essas meninas precisam de concentração total no esporte e qualquer distração da vida pode prejudicar.

Das 4 personagenss principais (Lauren, Kaylie, Payson e Emily), a Emily é a minha favorita. Super me identifico com a personalidade dela. As outras são patricinhas, riquinhas e dramáticas, respectivamente.

A Emily é a única pobre e é bolsista no ginásio. Tem uma mãe muito perua, engraçada e meio bisca, nada a ver com ela, mas é uma fofa. Por ser bolsista, Emily não pode trabalhar e treinar, mas contraria as regras trabalhando (numa pizzaria) para ajudar a sustentar a família. Além disso, tem que tirar notas boas nos estudos. E ela é apaixonada por Damon, um aspirante a rockstar TUDO DE BOM. Um “changeman”.

A Lauren é uma fdp. Ela é uma falsa, mesquinha, filhinha de papai e só enfia a faca nas costas das amigas. Ela mente sobre sua mãe, que é uma viciada em drogas e abandonou, dizendo que faz trabalho voluntário pelo mundo. Aham, Cláudia pra ela.

A Kaylie é toda bonequinha, uma fofa. Namora com Carter (outro ‘changeman’) escondido do técnico. Os dois são ginastas e foram feitos um para o outro, mas a Lauren também gosta dele e faz de tudo pra separar os dois… e ainda sai de boazinha na história.

Ah, nenhuma das meninas frequenta a escola, só estudam em casa, o que ajuda a limitar totalmente suas vidas sociais e amorosas. Acho essa série bem bonitinha! Agora minha internet voltou ao normal e tô começando a baixar a 2ª temporada :)

FIM :)

(PELO MENOS ATÉ EU VICIAR EM OUTRA SÉRIE…)

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Séries Addict! (Parte I – IV)

05/08/2010

Estou escrevendo essa introdução depois de terminar os posts a seguir que demorei uns 3 dias para concluir.

Escrevi sobre um assunto que eu realmente gosto e que sou totalmente viciada e dependente! Hahaha!

Já vou avisando que não tem nada demais, só meu simples ponto de vista sobre as séries que eu assisto, breves resumos quando achei necessário, personagens e determinadas cenas comentadas e algumas filosofadas de boteco para parecer um post sério.

Ah, e é bom adiantar: Lost não está incluso na minha lista. Primeiro porque eu não acompanho Lost e segundo porque não tem nem graça escrever sobre Lost depois da publicação de 9873298473298 edições especiais sobre isso em várias revistas.

Eu não posso deixar de dar os créditos para alguns dos sites que alimentam meu vício:

– O primeiro deles é… uTorrent, é claro. São aqueles arquivos do ícone verde que me deixam feliz toda semana.

– O segundo é… Filmes Com Legenda! O melhor e mais atualizado blog de filmes e seriados que existe. Eu já doei 10 reais para ajudar os caras a manterem o servidor no ar. Não vivo sem o FCL. Eu baixo minhas séries e elas já vem organizadinhas com as legendas certas, tudo no capricho. Não tem como não recomendar.

– Quando não aguento esperar sair algo no FCL (coisa rara), baixo no isoHunt e procuro freneticamente as legendas corretas no melhor site que existe pra isso… o Legendas.TV! Esse é famoso, hein.

– E agora, tchan tchan tchan… essa incrível rede social mágica e poderosa feita especialmente para viciados em séries: Orangotag! Gente, isso é LINDO!

No Orangotag você pode organizar suas séries, ir marcando os episódios que já viu para não se perder (algo que acontecia muito comigo, tendo em vista que assisto todas essas séries listadas abaixo ao mesmo tempo), conhecer pessoas que tem o mesmo gosto que você, comentar e avaliar cada episódio e cada série e ler a opinião de outros viciados sobre os personagens e as tramas (que palavra cafona), entre outras coisas. Cadastrem-se no Orangotag, é imprescindível. Meu username lá é beatrizmorgado, se alguém quiser fuçar nos meus viciozinhos.

Pronto, agora vou começar:

  • Everybody Hates Chris (significa: Todo Mundo Odeia o Chris. Coitado do Chris)

Dos seriados mais antigos de comédia, Everybody Hates Chris é, sem dúvida um dos meus favoritos.

Passa de vez em quando na Record nos poucos minutos do meu dia que tenho para assistir à televisão aberta. É quando chego do trabalho e sento para comer alguma coisa enquanto faço hora para ir à faculdade.

Breve resumo: o seriado conta a história da infância do Chris Rock, um americano “multicoisas”: ator, comediante, produtor e narrador (e ele é tudo isso na série também!) A família do Chris é uma bagunça, mas muito divertida. As sacadas são muito boas e tenho certeza que seriam bem melhor se eu assistisse o seriado legendado. Como só assisto na Record, me contento com o dublado mesmo… E que não é tão ruim, dou muita risada. Acho que é aí é que tá o charme.

Também é uma das únicas séries que consigo assistir os episódios fora da sequência! Tenho transtorno obsessivo compulsivo com isso, é demais pra mim.

Episódio memorável: Quando o pai de Chris, Jullius, junta alguns cupons de jornal e leva sua esposa para jantar num restaurante chique da cidade, porém, os cupons só servem para alguns pratos (os piores, é claro) e ela fica decepcionada! Contando assim não tem tanta graça, mas podem assistir que é DEMAIS.

  • House M.D (sifnifica: Divisão Médica da Casa, hehehe. Trocadilho infame com o sobrenome do Dr. House. Na verdade, é Divisão Médica do House – e sua equipe também, no caso)

House é o seriado do momento. Ou era, sei lá. Só sei que comecei a assistir quando meu tio me trouxe um HD externo com todos os episódios das 3 primeiras temporadas. Assisti sem compromisso algum, pois nunca senti vontade de ver seriado com esses cases médicos, peguei trauma de Scrubs. Sim, eu odeio Scrubs… acho chato.

Aí viciei em House! Quem não vicia, né?

Não são os cases médicos que viciam, mas a personalidade do Dr. Gregory House! Pra mim, o modo dele de encarar as coisas, de lidar com a dor da perna e seu vício em Vicodin, com o amor bizarro que sente pela Dra. Cuddy, com a amizade do Wilson e obsessão em se meter na vida de todos que o rodeiam é intrigante, principalmente do Foreman, Chase, Cameron, ‘13‘ e Taub.

A frase memorável do seriado (que já vi até camiseta vendendo por aí) é “Everybody Lies” (todo mundo mente). E todo episódio tem um porquê de esse ser praticamente um segundo slogan para a série.

House é freak, é hilário, é bizarro, é viciante. Não tem como não recomendar essa série! Ah, vale muito a pena pela trilha sonora também! Começando por Massive Attack, passando por Van Halen, Lynyrd Skynyrd e até Dave Matthews Band.

É verdade que a próxima temporada (sétima) será a última? Se sim, sentirei saudade. Muita!

  • Pretty Little Liars (significa: Pequenas Mentirosas Bonitas… tradução tosca, eu sei)

É uma série teenager que tá fazendo muito sucesso. Ainda está no 8º episódio da primeira temporada. Baixei por acaso no Filmes com Legenda, comecei a assistir sem esperar nada e… amei.

Não vou recomendar pra todo mundo porque é muito coisa de menininha adolescente mesmo, mas eu adoro!

É uma série de mistério que acontece em uma escola típica americana. 5 meninas populares e lindas, uma desaparece e as outras mantêm segredos sobre o desaparecimento dessa uma, que era a “abelha-rainha” da escola.

Aí, as outras meninas passam a receber mensagens no celular, no e-mail e até recados escritos no espelho com segredos que só a Alison, a menina desaparecida, sabia. É tudo meio confuso, mas o final de cada episódio é intrigante e não tem como não viciar.

Ah, depois do desaparecimento da Alison, as outras 4 meninas de afastaram e mudaram muito. Quando o assunto veio à tona, foram praticamente obrigadas a se unir novamente para manter um segredo bem escondido.

E vale a pena pelo Mr. Fitz também. Quem assiste, sabe. Uhul.

CONTINUA ;)