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Seriados e Rock and Roll!

02/12/2010

Minha paixão por rock and roll e meu vício em seriados não são novidades para todos que me conhecem pelo menos um pouco. Já escrevi mais de 4 posts sobre séries aqui, acho que já deu pra perceber, né?

Essa semana recebi uma mensagem de um amigo no Twitter que dizia o seguinte: “Preciso da ajuda de alguém viciado em séries, melhor ainda, em House, pra eu matar uma curiosidade minha, você se habilita?”

Ué… que mal teria ajudar alguém sobre qualquer coisa relacionada a uma série que eu acompanho episódio por episódio, né? Claro que me “habilitei”! Aí ele:

“Episódio em que o Vogler quer ferrar com o House, bem no final, o House finge tocar piano na mesa… eis que entra o Vogler e acaba com a alegria dele ao desligar o rádio. Você sabe qual é aquela música?”

Apesar de se tratar de um episódio da 1ª temporada (e eu já estou assistindo à 7ª), eu lembrava dessa cena E da música! Pensei: “Putz, é Baba O’Riley do The Who! Que animal!”. E é claro que, antes de dar a resposta ao meu amigo, recorri ao mestre Google e… bingo! Era o mesmo episódio e a música que eu havia imaginado! Mandei pro meu amigo, que ficou impressionado por eu ter conseguido adivinhar com uma “descrição tosca” daquelas, como ele mesmo disse.

Claro que nem sempre isso acontece, mas andei pensando e eu realmente não esqueço de episódios de seriados que tocam músicas que eu gosto de verdade. Eu adoro The Who, e Baba O’Riley é um clássico, não tive como esquecer.

A cena a qual ele se referia é essa:

O vídeo está editado, pois o único que eu encontrei com a cena original não pode ser embedado. Mas é isso! :)

Este fato me inspirou a escrever um post sobre rock and roll e seriados, mostrando algumas cenas de séries que eu assisto que já tiveram um classicão no meio! Ah, e pesquisando para isso, vi que é IMPRESSIONANTE como House é puro rock and roll. Lembro de pelo menos 3 ou 4 cenas dessa série que eu gostaria de colocar nesta seleção… difícil escolher só algumas.

Vamos lá!

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Sex and The City!

27/09/2010

Chegou o box do Sex and The City que comprei naquelas promoções da Visa! Obrigada, Visa! Obrigada Wal-Mart pela parceria e, principalmente, obrigada a agência de propaganda (ID/TBWA) que criou essa ação mara de fazer coisas tão legais serem vendidas por metade do preço!

Eu já vi o case #fail de uma das primeiras ações de descontos da Visa no começo do ano com o Guitar Hero. Ainda bem que não participei e não guardei rancor, senão também ficaria p. da vida. Pra quem não se lembra do ocorrido, veja no Brainstorm9.

O que importa é que agora deu certo e…tá aí o bonitão! Todo lindo e brilhoso! Minha irmã, minha mãe e todas as minhas amigas já estão fazendo fila pra pedir emprestado. Malandrinhas. Tô com pena do meu namorado que vai ter que me aturar assistindo essas coisas de menininha.

(Foto péssima com qualidade de celular tirada no escuro, sorry!)

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Sex and The City completo por R$108?!

22/09/2010

Depois daqueles trocentos posts sobre seriados, seria quase um pecado não participar dessa promoção.

Eu já assisti a todas as temporadas de Sex and The City, mas adoraria ter os boxes originais na minha estante. Quase chorei de emoção quando a Marina, do Estilo em Capítulos, compartilhou comigo.

Além disso, no ponto de vista de uma publicitária apaixonada por séries, achei essa ação da Visa MUITO moderninha e muito legal. Faço questão de participar :)

O preço do box vai cair de R$ 179,90 reias para R$ 108,00 reais. São 71 reias e 90 centavos de desconto nos 19 DVDs. Que mágico!

Mas, nem tudo é de graça e tão simples assim, né? A intenção é:

Para o preço do box cair para R$ 108,00 reais é preciso que 50 blogs postem o banner da campanha. A blogueira pode escolher onde quer colocar o banner, pode ser dentro do post, como eu vou fazer aqui, ou na lateral do blog (copiei esse trecho do blog da Má, fiquei com preguiça de explicar!).

Acho que agora só faltam mais 3 blogs! Se não me engano, o meu está sendo um dos 4 últimos. Uhul! Participem, meninas! Overdose de Carrie, Samatha, Miranda e Charlotte para todas nós!

Muito espertinha a Visa, né? Não tem como não divulgar…

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Séries Addict! (Parte IV – IV)

12/08/2010

LEIA A PARTE I – IV
LEIA A PARTE II – IV
LEIA A PARTE III – IV

CONTINUAÇÃO…

  • The Big Bang Theory (significa: A Teoria do Big Bang)

O melhor a mais engraçado seriado nerd que já existiu!

Eu me identifico totalmente com as nerdices dos 4, mas meu preferido (e acredito que também seja o preferido de 99% dos telespectadores) é o Sheldon Cooper! Ele é demais.

Sheldon vive numa bolha. Ele é muito inteligente, muito nerd, muito geek, muito físico e é especialista na Teoria das Cordas. Ele questiona tudo e todos e não pratica hábitos normais da sociedade. Tem umas tiradas muito boas (as melhores de qualquer seriado que eu já tenha visto) . Sheldon, I love you!

Leonard é o típico nerd bobão que se apaixonada por uma menina gostosa, com quem tem sabe que não possui a mínima chance (ou não). Nesse caso, a menina gostosa é a Penny, vizinha de frente dele e do Sheldon.

Leonard é um fofo, um esquisitinho que, além de manjar tudo de física, consegue resolver uma palavras-cruzadas em poucos minutos. Sou fã.

O Raj é SENSACIONAL! Um garoto indiano que não consegue falar com mulheres, apenas sob efeito de bebidas alcoólicas. Adoro as situações em que a Penny está entre os garotos e faz alguma pergunta para Raj. Ele fica parecendo um vaso, é hilariante.

Howard é sempre zoado pelos amigos por ser o único que não possui doutorado (e por morar com a mãe que o trata como um bebê). Trabalha com engenharia espacial, umas coisas muito doidas. Ele é muito mulherengo, mas só faz cagada. As roupas do Howard são tipo Agostinho Carrara piorado, BEM TENSO. Me divirto com eles!

Penny é a garçonete gostosa, fofa, simpática e… burra. E parece ser mais burra ainda perto de 4 gênios da ciência. Pra mim, a atriz que interpreta Penny (Kaley Cuoco) é uma das melhores que já vi. A menina manda muito bem e deve se divertir horrores nos bastidores. Daria tudo pra fazer parte de um seriado nerd (mas não contem pra ninguém).

Os melhores momentos de The Big Bang Theory são com todos os personagens juntos fazendo competição de algum jogo nerd online (esses de RPG, por exemplo), onde cada um fica concentrado no seu notebook e tal. Tem até um episódio em que o Raj vende sua espada super poderosa no Ebay (em vários jogos desse tipo, como o Warcraft, os personagens digitais, quando muito poderosos, passam a valer dinheiro de verdade) e, então, Sheldon compra a espada sem dizer nada e se torna o mais poderoso dos amigos. É DEMAIS!

  • Sex and the City (significa: Sexo e a Cidade, o nome da famosa coluna que a personagem de Sarah Jessica Parker, Carrie Bradshaw, escreve para o jornal da cidade)

Ok, ok. Podem falar que é seriado de mulherzinha fútil. Não, não é! Todo homem deveria assistir a esse seriado só para entender um pouquinho as mulheres… só um pouquinho.

São 4 personagens mulheres e 1 amigo gay. Toda mulher é um pouco Carrie Bradshaw, Miranda Hobbes, Charlotte York e, é claro… Samantha Jones, minha preferida. O amigo gay, Stanford Blatch tá aí porque toda mulher tem (e precisa) de um amigo gay.

O seriado acontece  totalmente dentro de um cenário “novaiorquino”! Time Square, as lojas de grife, os táxis amarelos 24h, a ‘nightlife’, a tecnologia, a correria e lights!

Carrie ficou famosa depois de sua coluna no jornal ter se tornado um livro. A coluna era praticamente seu diário, contanto cases sobre os dramas femininos e sexo, basicamente. É viciada em moda (principalmente SAPATOS!) e sua vida amorosa é uma bagunça graças ao Mr. Big. Mas confesso que quando Aidan Shaw apareceu na série, todo designer, todo bom gosto, todo ‘changeman‘, me apaixonei por ele achei a Carrie uma burra. Ele é de-mais. Mas a realidade é que a gente não escolhe de quem gosta… e depois perdoei o Mr. Big, ele é puro charme e conseguiu fazer a Carrie feliz. Ponto pra ele (mas ainda prefiro o Aidan).

Miranda é advogada, stressada, divertida e esquisita ao mesmo tempo. Apesar de ter uns casos amorosos e sexuais meio losers, é a mais pé-no-chão das 4.  Ela está sempre dando um up na auto-estima e possui muito orgulho de ter conquistado seus objetivos na vida profissional. Tem um jeito um pouco debochado e tira sarro das coisas de um jeito cínico, tudo para não demonstrar seu lado frágil quando ousa transparecer. É isso, Miranda.

Charlotte York é toda certinha, toda bonequinha, sensível e sonha em casar, ter filhos e uma vida de princesa. Adoro a Charlotte, ela é única. É a típica garota vinda das famílias ricas de Nova York. Tem um estilo mais conservador e seus tons pastéis se destacam entre as cores “chegay” e brilhantes das amigas.

SAMANTHA JONES, the queen! Essa mulher é 100% sexual. Ela é a mais velha das ‘garotas’, curte a vida intensamente e tudo o que fala e pensa gira em torno de sexo. Sai com os caras mais lindos de Nova York, é uma Relações Públicas bem sucedida e só se dá bem. Há uma parte do seriado em que Samantha descobre um câncer e fica careca por causa da quimioterapia. É SENSACIONAL o modo como ela e as amigas encaram a situação com boa auto-estima e bom humor. Adoro isso :)

6 temporadas viciantes que valem a pena :)

  • The Tudors (significa: o sobrenome dos monarcas britânicos que reinaram a Inglaterra no século XVI, começando pelo rei Henrique VIII)

O seriado conta a história da dinastia Tudor e do rei Henrique VIII da Inglaterra no século XVIII.

A série já está na 4ª temporada, mas eu ainda estou assistindo à segunda. Eu adoro histórias de época, principalmente quando há rumores de serem reais.

Tô amando a história do rei Henrique com sua primeira esposa, Catarina. Seus casos com as empregadas, o filho bastardo e, é claro, o início do romance com Ana Bolena.

A guerra declarada à França, as pilantragens do clero, a injustiça com o povo, a corte inglesa, as regras da realeza sobre casamento, a diferença das mulheres daquela época em relação aos seus direitos (que eram praticamente nulos), entre outras coisas.

Acho que vale a pena assistir The Tudors para conhecer um pouco essa história! Se não tivesse tantas cenas de sexo, sugeriria que exibissem nas escolas nas aulas de história. Bem melhor do que aqueles livros toscos… e bem melhor o rei Henrique VIII bonitão exibido no seriado do que aquele gordo feio ruivo da “vida real”. Ilusão às vezes faz bem, gente!

Resumindo até onde eu vi: o tio do Henrique VIII foi assassinado pela França e, então, o herdeiro declarou guerra ao país. Casou-se com a primeira rainha Catarina, que casou-se com seu falecido irmão, mas ela jura nunca ter consumado o casamento.

Todos os filhos homens do rei com a rainha Catarina nasceram mortos, eles tiverem apenas a pequena princesa Mary. Na bíblia diz que se uma mulher que já consumou um casamento (teve uma noite de núpcias), nunca dará um filho homem a outro marido. Por isso, o rei vive com constante desconfiança da rainha e sofre com a ideia de não ter um herdeiro homem.

Enquanto isso, ele mantém um caso com uma das criadas da rainha e tem um filho homem bastardo. Quando o menino nasce, a corte faz festa! E a rainha fica lá com uma cara de bosta. Imagina que foda seu marido ter um filho com outra, ficar todo cheio do orgulho e você lá… fiquei meio emocionada nesse episódio.

Aí o filho bastardo morre de uma doença da época e o rei perde novamente o filho homem. Aí começa o romance dele com a Ana Bolena… Bom, não vou ficar contando o seriado inteiro aqui, mas VALE A  PENA! Mesmo! :)

  • Make it or Break it (significa: Faça isto ou quebre isto. Adoro falar “make it or break” rápido! Tentem!)

Essa é a série em que me encontro TOTALMENTE viciada no momento.

É uma série teenager sobre ginástica olímpica! Quando li no FCL sobre a série, pensei: “Vou baixar só pra ter o que assisti enquanto espero os novos episódios de True Blood, Lie To Me e Pretty Little Liars… deve ser tosco e monótono!”.

Me enganei. É emocionante, gente! É um dos poucos seriados que me faz chorar de emoção.

São 4 meninas que treinam em um dos melhores clubes de ginástica dos EUA, o The Rock, e sonham em ir para as Olimpíadas.

Elas são proibidas de ir à festas, beber coisas alcoólicas, comer qualquer coisa que engorde muito e de… NAMORAR! Mas ó… pensem bem: são adolescentes de uns 16 anos, a idade mais apaixonante da vida. E é claro que algumas delas fogem das regras e correm o risco de serem expulsas do clube. No começo, achei isso um absurdo… mas depois concordei um pouco com a regra: essas meninas precisam de concentração total no esporte e qualquer distração da vida pode prejudicar.

Das 4 personagenss principais (Lauren, Kaylie, Payson e Emily), a Emily é a minha favorita. Super me identifico com a personalidade dela. As outras são patricinhas, riquinhas e dramáticas, respectivamente.

A Emily é a única pobre e é bolsista no ginásio. Tem uma mãe muito perua, engraçada e meio bisca, nada a ver com ela, mas é uma fofa. Por ser bolsista, Emily não pode trabalhar e treinar, mas contraria as regras trabalhando (numa pizzaria) para ajudar a sustentar a família. Além disso, tem que tirar notas boas nos estudos. E ela é apaixonada por Damon, um aspirante a rockstar TUDO DE BOM. Um “changeman”.

A Lauren é uma fdp. Ela é uma falsa, mesquinha, filhinha de papai e só enfia a faca nas costas das amigas. Ela mente sobre sua mãe, que é uma viciada em drogas e abandonou, dizendo que faz trabalho voluntário pelo mundo. Aham, Cláudia pra ela.

A Kaylie é toda bonequinha, uma fofa. Namora com Carter (outro ‘changeman’) escondido do técnico. Os dois são ginastas e foram feitos um para o outro, mas a Lauren também gosta dele e faz de tudo pra separar os dois… e ainda sai de boazinha na história.

Ah, nenhuma das meninas frequenta a escola, só estudam em casa, o que ajuda a limitar totalmente suas vidas sociais e amorosas. Acho essa série bem bonitinha! Agora minha internet voltou ao normal e tô começando a baixar a 2ª temporada :)

FIM :)

(PELO MENOS ATÉ EU VICIAR EM OUTRA SÉRIE…)

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Séries Addict! (Parte III – IV)

10/08/2010

LEIA A PARTE I – IV
LEIA A PARTE II – IV

Continuação…

  • True Blood (significa: Sangue Verdadeiro. Na verdade, True Blood é o nome do sangue sintético que os vampiros bebem para não precisarem se alimentar de sangue humano. Bizarro)

TRUE BLOOD NÃO É CREPÚSCULO!

Sério, precisava começar escrevendo assim. E para os radicais jogadores de RPG Vampiro: True Blood não é uma reprodução extremamente perfeita dos jogos de RPG. As criaturas são praticamente as mesmas, mas não com as mesmas características e/ou personalidades.

True Blood tem de tudo. História de amor, cenas ‘calientes’ de vampiros fazendo ‘amor’ (com aspas por motivos óbvios) entre si, vampiros fazendo ‘amor’ com humanos e humanos com humanos também. Tem bizarrices e criaturas freaks e todo um conceito da possível convivência entre humanos e vampiros dentro de uma sociedade que possui algo semelhante ao apartheid, na África. Pelo menos eu acho isso.

Os vampiros passam a viver entre os humanos e destroem mitos como o alho e a cruz, mas constatam (constatar ficção é dose, hein) que a prata os enfraquece e uma estaca no peito os matam. Vampiros “vivem” exclusivamente para satisfazerem seus prazeres: sangue e sexo, sexo e sangue. Existem os vampiros do mal e os vampiros do bem. Vampiros que amam humanos, vampiros que os desprezam. Existe até uma igreja anti-vampiros (isso é demais). Existem regras e julgamento para vampiros que cometem crimes. Vampiros (inclusive ‘vampiros-reis’) são obrigados a pagar imposto de renda. É filosófico o negócio.

Não tem nem como fazer um breve resumo da série porque em todo episódio acontece algo intrigante! Espero ansiosamente pelas segundas-feiras para poder baixar os novos episódios!

O que mais gosto nessa série é a coerência cronológica, os fatos históricos, a qualidade de produção e as coisas que estão implícitas… sei lá. É tão difícil comentar de uma série com tantos detalhes! Fica a dica! Assistam True Blood e acabem com esse preconceito da modinha vampiro por causa de Crepúsculo ;)

  • Californication (significa: Californicação. Acredito que seja uma mistura de Califórnia com fornicação, sei lá, ou, segundo meu amigo @lucasbittar, “Californication tem o mesmo sentido que na música do Red Hot, a transformação de tudo para o estilo californiano, drugs n’ sex”. Acho que faz mais sentido, né?)

Hank Moody é o cara. Todo homem gostaria de ser Hank Moody e toda mulher já ficou caidinha por cafajeste-fofo-e-escritor desses. Ele é todo rock ‘n roll, todo bem vestido, bom de cama, bom de lábia e tem amor no coração ainda! Que perfeição da natureza, gente.

O seriado gira em torno dos dramas de Hank, um escritor que teve sua maior obra literária transformada em um filme idiota, que tem problemas com a ex-mulher que ainda ama (e só faz cagada quando tenta reconquistá-la), com as 98473294732942 mulheres que sai por aí para se divertir (todas gatas-gostosas-novinhas-saradas), com a filha que está entrando na adolescência e é meio esquisita (sou fã dela), com a filha do atual namorado da ex-mulher, que é menor de idade e que ele teve um caso sem querer e, por isso, corre o risco de ser preso com as constantes ameaças da moça, entre outras coisas.

O seriado já está na 3ª temporada e estou esperando ansiosamente para começar a 4ª :) Todo mundo com saudade do Hank Moody! Inevitável!

  • Friends (significa: Amigos. Errrr!)

O melhor seriado que existe! Quer dizer… que existiu :(

Friends poderia ser eterno! Todos os episódios são memoráveis! Tudo me lembra algum episódio de Friends, mas até hoje nunca ri tanto num episódio quanto aquele que o Ross clareia os dentes demasiadamente e vai ‘sensualizar’ com uma garota. De repente, ela acende uma LUZ NEGRA. É DEMAIS!

Nem preciso resumir muito a história de Friends porque todo mundo já conhece. RossRachelMonicaChandlerJoePhoebe. Todos diferentes, todos engraçados, todos sensacionais! Ross ama Rachel, que é amiga da Monica, que é irmã do Ross, que é irmão da Monica, que se apaixona (e casa) pelo Chandler, que mora com o Joe, que é um ator amador e todos são amigos da Phoebe, a cantora esquisita de Smelly Cat.

Tudo acontece em Nova York, no café Central Perk, nos apartamentos da Monica e da Rachel, do Chandler e do Joe e do Ross. Da Phoebe… não.

What else? Ah… assistam Friends!

Até meu amigo rebelde-sem-causa que nunca liga a TV confessou pra mim que adora Friends. É UNÂNIME!

CONTINUA ;)

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Séries Addict! (Parte II – IV)

09/08/2010

LEIA A PARTE I – IV

Continuação…

  • Jericho (significa: o nome de uma cidade americana do Kansas)

Fico até triste de escrever sobre Jericho :(

Foi uma das melhores séries que assisti desse gênero, mas foi cancelada no final da primeira temporada! Os fãs reclamaram tanto que a CBS, emissora que exibia a série, resolveu dar mais 7 episodiozinhos de cortesia.

Jericho foi intrigante, só não teve um final decente por causa desse favorzinho estúpido da CBS de cancelá-a. Triste.

Mas, resumindo, Jericho conta a história de uma cidade americana do Kansas que ficou isolada do resto do país depois de ter ‘recebido’ uma nuvem cinzenta, parecida com a de uma explosão nuclear, em seu território.

Os habitantes de Jericho, sem telefone, rádio, televisão ou qualquer outro meio de comunicação com o resto do mundo, ficam meses sem saber se são as únicas pessoas com vida, sofrem ataques externos e conflitos internos na cidade.

Com tanta confusão, a cidade fica mal administrada depois da morte do prefeito e correm o risco de serem submetidos a um novo tipo de governo, que possui até bandeira: a mesma dos Estados Unidos, porém, de cabeça para baixo.

Os mistérios e a ação da série e o modo como os habitantes tem que lidar com uma situação desconhecida são intrigantes. É realmente “brochante” ter que se contentar com uma temporada e meia de uma série que tinha tudo para ser sucesso total.

Que raiva da CBS! Mas mesmo assim… assistam! Jake Green é o cara!

  • The Fresh Prince of Bel-Air (significa: O ‘novo’ príncipe de Bel-Air – bairro nobre em Los Angeles, nos EUA -, mas ganhou uma tradução infame no Brasil para ‘Um maluco no pedaço’. Ok, né)

Essa série é antigona! Foi exibida de 1990 a 1996, mas suas reprises ainda são exibidas diariamente na Warner.

Sou MUITO fã do Will Smith e agradeço muito a essa série por ter lançado esse cara em Hollywood. O mais legal é que no seriado ele faz o papel do próprio Will Smith, um cara que nasceu e sempre morou num bairro pobre da Filadélfia e seu mudou para a casa dos tios em Bel-Air.

Will, com seu jeito ‘malanders’, jogador de basquete e todo cheio de marra, é totalmente o oposto dos primos mauricinhos (destaque para o Carlton e suas ÉPICAS dancinhas com a música ‘It’s Not Usual’ do Tom Jones)! A série trata de forma divertida questões raciais extremamente presentes na sociedade norte-americana (Obama ainda nem sonhava em ser presidente, minha gente) e também tem sacanas excelentes. Morro de rir! Recomendo muito!

Ah, é outra série que consigo assistir os episódios picados… coisa rara!

  • Lie To Me (significa: Minta pra mim. Simples, direto e objetivo. É isso aí)

Cal Lightman é o cara. Imagina você poder olhar para as pessoas em QUALQUER situação e saber se elas estão mentindo ou não? Saber fazer as perguntas certas para encontrar a verdade?

Viajei horrores assistindo a esse seriado! Me imaginei em diversas situações do meu passado podendo usufruir deste “poder”! Meus ex-namorados estariam ferrados, hehehehe!

Na maioria dos episódios da primeira temporada (a única que assisti inteira por enquanto), Cal trabalha com sua equipe (Gillian Foster, seu braço direito, Ria TorresEli Loker) na The Lightman Group, uma empresa que terceiriza serviços até para o FBI. Entre os casos policiais, existem uns bem bizarros de casais e questões pessoais dos personagens principais (esses dois últimos tipos são os que eu mais gosto, os casos do FBI acabam cansando.

Tô achando o meio da 2ª temporada meio chatinho, tenho até preguiça de assistir. Mas acho que é porque acabei viciando em outras séries e deixando Lie To Me de lado. Senti que depois de um tmepo, os episódios acabam ficando mais previsíveis e meio “forçados”. No começo você quase se convence que esse dom aí existe mesmo. Mas sei lá…

De qualquer forma, recomendo bastante :)

CONTINUA ;)